sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

"Guia Portugal para totós"
Depois do “Cimeiras para Totós”, acaba de ser lançado o “Portugal para Totós”, um guia que aconselha os estrangeiros a lidar com os portugueses. O livro recomenda aos estrangeiros que se limitem a dizer o que os portugueses esperam que eles digam. “Não interessa que tenham vindo cá apanhar uma enorme molha e um frio de morrer. Vocês têm de elogiar o belo tempo de Portugal, o sol e as praias. Mesmo que tenham sido super mal atendidos no restaurante, vocês têm de dizer que Portugal tem óptima gastronomia e um vinho espectacular. Elogiem a rapidez do sistema Multibanco e a Via Verde, a invenção que os portugueses se andam a gabar há 15 anos. Falem de Portugal como se fosse algo especial e único. E que apesar de não perceberem as letras dos fados, digam que ficam emocionados à mesma. Não custa nada. Eles acreditam. Esta gente sofre e precisa de mimos”, recomenda o livro.
Retirado daqui
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Polo Norte
Quantas vezes vais olhar para trás
Estas preso a um passado que pesou
Quantas vezes vais ser tu capaz
Fazer sair quem por engano entrou
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Olha em frente e diz-me
Aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz, é a tua voz
Atenção e a razão que tens
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não podes parar nem tens nada a perder
Estas de passagem,
Não leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estas de passagem
Vai aonde queres
Ser quem tu quiseres
Estende a tua mão
De quem vier por bem,
Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
A espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar
Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não podes parar nem tens nada a perder
Estas de passagem,
Não leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estas de passagem
Só de passagem
estou de passagem para outro lugar

Nunca consegui compreender como alguém pode viver sem luz na sua vida.
Os que vivem a sua vida com as janelas fechadas é porque se sentem felizes na obscuridade . Claro que são felizes também, a felicidade deles depende de quão negra são capazes de tornar a vida dos outros, a maior parte das vezes de uma maneira tão discreta que é dificil as pessoas aperceberem-se disso.
O ser humano é tão complexo...
domingo, 30 de janeiro de 2011
LAÇOS .......

GRAÇA MORAIS:
Nem muito perto que chateie, nem tão longe que esqueça.
Muito quente pode queimar, muito frio pode congelar...
O ser humano não se reduz àquilo que vemos, ou julgamos ver. É sempre infinitamente maior!
Se outro sereno azul te trouxer o voo...solta num sorriso iluminado todo esse leve respirar...abre as asas, segura... na distância, não deixes agarrar-te ao chão... nem aos olhos negros, naquele ramo sombrio, que te vêem passar... leva-te leve, na leveza do novo ir.
e finalmente JOÃO MONGE:
Letra de Mulher
Escreveu um livro sobre a sua vida
Pôs dentro um homem para se abraçar
E com o verbo que há em margarida
Vestiu a flor para se conjugar
Escreveu um homem sobre a sua vida
Pôs dentro um filho com letra solar
E de vaidade foi envaidecida
Molhar a cara com água do mar
Escreveu um filho sobre a sua vida
Pôs dentro a alma para começar
Na bagagem da sua partida
Escreveu as asas para ele voar
Quem dera, quem me dera ser
Livro
Homem
Filho de mulher
Qualquer, sem sequer... escolher.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O Facebook !!!
Bom fim de semana para todos (com ou sem Facebook).
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sós,
irremediavelmente sós,
como um astro perdido que arrefece.
Todos passam por nós
e ninguém nos conhece.
Os que passam e os que ficam.
Todos se desconhecem.
Os astros nada explicam:
Arrefecem
Nesta envolvente solidão compacta,
quer se grite ou não se grite,
nenhum dar-se de outro se refracta,
nenhum ser nós se transmite.
Quem sente o meu sentimento
sou eu só, e mais ninguém.
Quem sofre o meu sofrimento
sou eu só, e mais ninguém.
Quem estremece este meu estremecimento
sou eu só, e mais ninguém.
Dão-se os lábios, dão-se os braços
dão-se os olhos, dão-se os dedos,
bocetas de mil segredos
dão-se em pasmados compassos;
dão-se as noites, e dão-se os dias,
dão-se aflitivas esmolas,
abrem-se e dão-se as corolas
breves das carnes macias;
dão-se os nervos, dá-se a vida,
dá-se o sangue gota a gota,
como uma braçada rota
dá-se tudo e nada fica.
Mas este íntimo secreto
que no silêncio concreto,
este oferecer-se de dentro
num esgotamento completo,
este ser-se sem disfarçe,
virgem de mal e de bem,
este dar-se, este entregar-se,
descobrir-se, e desflorar-se,
é nosso de mais ninguém.
António Gedeão
P.S. Descobri que afinal não estou só ...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Obrigada TIA, sabes ? tu sabes ... GOSTO MUITO DE TI !!!

