sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Codé di Dona o Rei do Funaná
Apelidado de Rei do Funaná e um dos maiores vultos da história da música popular cabo-verdiana, o músico, nascido em Chaminé em 1940, uma pequena localidade do concelho de São Domingos, na ilha de Santiago, andou praticamente durante toda a sua vida sempre de gaita ao peito e ensinou dezenas de músicos a arte de tocar o funaná.
Cantor e compositor, Codé di Dona chegou a ganhar o disco de ouro em Portugal em 1998, com o CD «Codé-di-Dona». Considerado um dos nomes mais sonantes da música tradicional cabo-verdiana, actuou nos principais palcos de Cabo Verde mas também na Europa, entre Portugal, França e Suíça.
O músico, que gravou o primeiro disco, totalmente tradicional, «Kap Vert», em 1996, fez parte de grupos tradicionais como Simentera, Bulimundo e Finaçon (referências na sua música tradicional do interior de Santiago) que gravaram músicas suas.
Autor de dezenas de sucessos, Codé di Dona sempre viveu uma vida humilde, no meio das «tocatinas» pródigas por todo o arquipélago, ganhando também o «nominho» de Rei Midas, uma vez que se dizia em Cabo Verde, «tudo o que toca vira ouro».
Codé di Dona é o compositor da música «Fomi 47», uma das canções mais emblemáticas de Cabo Verde, relacionada com a fome que assolou as ilhas e que provocou a emigração em massa para São Tomé e Angola.
Deixo-vos com o Rei do Funaná
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Família ...
A família será sempre o nosso porto de abrigo, seguro, inexpugnável e inviolável por mais ameaçadora que seja a tempestade ...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010


O que procuram as pessoas nos seus produtos ?
Penso que procuram uma filosofia que tem muito a ver com o ser optimista. Uma visão muito diferente da moda que tantas vezes associou a mulher à ideia de "femme fatale". É a antitese dessa filosofia, é uma revolução.
Não tenho jóias, não tenho luxos, nunca compraria um Rolls Royce. Para mim a casa é o luxo. Pode até ser pequena mas nada me dá mais prazer que abrir a porta e dizer "estou em casa".
Excertos de uma entrevista a Agatha Ruiz de la Prada, uma mulher sem "adereços", mas com muita cor na alma.
sábado, 2 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Feliz 2010 !!!
2009 não foi de maneira nenhuma um ano BOM, podia ter sido pior mas também poderia ter sido muito melhor caramba, que a malta já merecia um ano inteirinho só com coisas BOAS...
Não me perguntem porquê, mas não mantenho hoje o optimismo que sentia há um ano atrás. Entro com algum(muito) receio neste novo ano. Mas ... uma vez que a malta já merece um ano inteirinho só com coisas BOAS resta-nos a esperança de que 2010 seja o ano em que finalmente haja justiça ...
DESEJO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS QUE 2010 SEJA UM ANO EM GRANDE PARA TODOS NÓS !!!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Porque hoje é dia 30 de Dezembro

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
As três estrelas que mais brilharam no meu Natal
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Um Feliz Natal para todos !!!
Presépio De Lata
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui VelosoTrês estrelas de alumínio
A luzir num céu de querosene
Um bêbedo julgando-se césar
Faz um discurso solene
Sombras chinesas nas ruas
Esmeram-se aranhas nas teias
Impacientam-se gazuas
Corre o cavalo nas veias
Há uma luz branca na barraca
Lá dentro uma sagrada família
À porta um velho pneu com terra
Onde cresce uma buganvília
É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,
Oiçam um choro de criança
Será branca negra ou mulata
Toquem as trompas da esperança
E assentem bem qual a data
A lua leva a boa nova
Aos arrabaldes mais distantes
Avisa os pastores sem tecto
Tristes reis magos errantes
E vem um sol de chapa fina
Subindo a anunciar o dia
Dois anjinhos de cartolina
Vão cantando aleluia
É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,
Nasceu enfim o menino
Foi posto aqui à falsa fé
A mãe deixou-o sozinho
E o pai não se sabe quem é
É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells


