sábado, 11 de julho de 2009
Bom fim de semana !!!
Eu Quero Apenas
Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos
Eu quero apenas olhar os campos,
Eu quero apenas cantar meu canto,
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinho,
Quero levar o meu canto amigo,
A qualquer amigo que precisar.
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero apenas um vento forte,
Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
(Refrão)
Eu quero crer na paz do futuro,
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme,
Cantando alto, sorrindo livre
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
(Refrão)
Eu quero amor decidindo a vida,
Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com sorriso aberto,
Se ele chorar quero estar por perto
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
(Refrão)
Venha comigo olhar os campos,
Cante comigo também meu canto
Eu só não quero cantar sozinho,
Eu quero um coro de passarinhos
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
sexta-feira, 10 de julho de 2009
É hoje !!! Não percam o imperdível !!!
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Para descontrair ...
“Este Blog é um dos que divide as águas da razão e da falta dela”
Moisés – Revista de Estudos Bíblicos
“Adoro o formato deste Blog. É redondo e muuuuito comprido.”
Cicciolina – “Boletim Anal de Jovens Escritores”
“Gostava de o ter na minha colecção. Se o estado pagasse.”
Jo Berardo – “Fortune” (Special issue “Madeira fortunes”)
“Depois de ser avaliado pelo único método que existe (o meu) posso concluir que gosto!”
Maria de Lurdes Rodrigues – “Relatório da OCDE”
“Já comi muita gája à custa do que aqui tenho lido!”
Zézé Camarinha – “Foi assim que aprendi a falar englês”
“Eu também já comi!”
Kabunga Mugambo Ayalá – “The Canibal Review of Blogs”
“ Eu nem sabia que este Blog existia! A culpa não era nem minha nem do Banco de Portugal, foi ele que não nos informou da sua existência!”
Vitor Constâcio – in: “Relatório Anual do Banco de Portugal”
“Leio sempre cada post quatro vezes! Alguns até já consigo entender”
Lili Caneças – in “Os blogs qu’eu AMO”
“Deste Blog nunca me divorciarei por ser tão bem administrado!”
José Oliveira e Costa – “Manual das Boas Prácticas Bancárias”
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Bora lá ?
Almoço em Almornos, cerca das 13 horas, seguido de grandioso torneio de matrecos. Temos garantida a presença de muito maus, maus, médios, grandes e espectaculares jogadores desta modalidade.
Inscrições abertas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Finalmente imune ...

domingo, 5 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Um abraço para todos.
P.S. Engraçado como os que não puderam ir também estiveram lá. Abraço para vocês também.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Um dia bué feliz.
Conta lá ... qual era para ti a prenda de aniversário mais fixe que podias ter ?
Pá, essa já tiveste caramba, mas queres mesmo repetir ???
Quê ? essa também ?
Isso ? Sim pois claro que sim ... querias ...
Olha que essa até podia ser, era bem fixe, nunca se sabe, nunca se sabe ...
O euromilhões é que era ? também não é mal pensado não senhor ...
Olha sabes que mais ? A MELHOR PRENDA DE TODAS já tens : o CARINHO, o AMOR e a AMIZADE ... de todos os que gostamos de ti.
BEIJOOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS !!! BUÉSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!
e uma prendita:
quinta-feira, 2 de julho de 2009

Sou a dualidade em pessoa. Não é incongruência ou fraqueza de ideias, tenho a certeza das coisas que sinto, e procuro conciliar os sentimentos ambíguos. Há em mim, características que se opõem, mas coexistem. A habilidade de observar o mundo por dois lados é um aspecto do universo feminino onde coabitam sensibilidade e inteligência. Vivo em guerra entre a emoção e a razão. Sou consciente e racional, procuro a clareza das coisas, gosto de uma explicação para tudo. Ao mesmo tempo, sou idealista e romântica, acredito em utopias, vibro com emoções à flor da pele. Se por vezes sou fria, critica e directa, por outras sou maleável, enfeito e adoço. Segurança e incerteza coabitam em mim. Posso tornar-me extrovertida para perder timidez, disparo a máquina de falar para disfarçar a insegurança.
Odeio opiniões formadas. As nossas convicções são geradas pelos momentos vividos. Verdades de ontem podem não servir para hoje. Costumo cumprir o que prometo e ser fiel ás minhas crenças, mas não vou dizer que nunca tenha mudado de opinião. Penso que sou mais complexa do que paradoxal. Não é por falta de personalidade que por vezes mudo alguns conceitos, é pelo que a vida me ensina. Em essência, não mudo. Contudo, acredito que seja importante para o amadurecimento aceitar novas condições, ver o mundo com olhares cada vez mais amplos e claros. É bom aprender. Ser previsível e sempre sensato é sinal de que não vivemos , de que apenas passamos pela vida. Sou demasiadamente humana. Erro. Perco-me. E é dessa forma que aprendo. E me encontro.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Entre a cidade sim e a cidade não .

que há muitos anos vai e vem
entre a cidade Sim
e a cidade Não.
Os meus nervos estão tensos
como cabos
entre a cidade Não
e a cidade Sim.
Tudo está morto e assustado na cidade Não.
É como um embrulho feito de tristeza.
Dentro dela todas as coisas franzem a testa.
Há medo nos olhos de todos os retratos.
De manhã enceram com bílis o soalho.
Os sofás são de falsidade, as paredes de miséria.
Nunca te darão nessa cidade um bom conselho,
nem um ramo de flores, nem um simples aceno.
As máquinas de escrever batem, com cópia,
a resposta:
"Não-não-não... não-não-não... não-não-não..."
E quando enfim se apagam as luzes
os fantasmas iniciam o seu lúgubre bailado.
Nunca, ainda que rebentes, arranjarás bilhete
para fugir da negra cidade. Não.
Ah, mas a vida na cidade Sim é um canto de ave.
Não tem paredes a cidade, é como um ninho.
As estrelas dizem que as acolhas nos teus braços.
E sem vergonha seus lábios pedem teus lábios,
num brando murmúrio: "São tudo tolices..."
A flor provocante implora que a cortes,
os rebanhos oferecem o leite com seus mugidos,
ninguém tem ponta de medo.
E aonde queiras ir te levam num instante comboios,
barcos, aviões,
e com um rumor antigo vai a água murmurando:
"Sim-sim-sim... sim-sim-sim... sim-sim-sim..."
Mas às vezes é certo que aborrece
ser-me dado, afinal, tudo sem esforço
nesta cidade Sim, deslumbrante de cor.
É melhor ir e vir até ao fim da minha vida
entre a cidade Sim
e a cidade Não!
É melhor ter os nervos tensos como cabos
entre a cidade Não
e a cidade Sim!
Ievgueni Ievtuchenko

