segunda-feira, 28 de abril de 2008

Como eu gostava de ser ...

Gostava de ser daquelas pessoas que confrontadas com uma qualquer situação são capazes de naquele momento exacto tomar uma decisão, e que depois da decisão tomada não tornam a pensar nela, porque é realmente inútil, porque para elas, não há maneira de voltar atrás, e não vale de todo a pena questionarmo-nos se estávamos certos ou errados. Gostava de nunca ter de pedir desculpa, gostava de nunca errar, gostava de nunca sentir que fui injusta em decisões que tomei, gostava de nunca magoar ninguém injustamente.

Gostava de me preocupar só com o que é realmente importante, não perder tempo com ninharias, com o que não merece o nosso cansaço, com as pequeninas coisas mesquinhas que não deveriam ter qualquer importância nas nossas vidas, de concentrar as minhas forças apenas nas grandes causas e de conseguir abstrair-me das que não merecem nem um segundo da minha vida, gostava de ter certezas em relação à importância das coisas.














Gostava que houvesse solidariedade no Mundo que nos rodeia, que as pessoas tentassem alterar esta triste evolução que acontece nos dias de hoje, esta coisa do "primeiro eu, e depois eu, e nada mais me interessa" que nos impele para uma triste desconfiança geral, por tudo e por todos, que nos impede a entrega total em relação aos outros, porque é essa a única entrega que tem significado para mim.

Gostava de ser como uma criança, aceitar as coisas sem as questionar, sem tentar perceber o porquê, sem tentar descortinar o que está certo e errado, sem lutar contra o errado, gostava de não sofrer por não conseguir mudar o que não está certo, gostava que
tudo à minha volta fosse puro e simples.

Gostava de apagar da minha memória, as lembranças que não o merecem ser, e de ficar apenas com as recordações daquilo que é realmente importante.

Gostava de não me cansar a pensar inutilmente naquilo que gostava.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Unhas de gel

NOVA RUBRICA: Dicas para resolução de pequenos problemas


Ultimamente todas as senhoras e meninas com quem me relaciono



têm unhas de gel. São realmente práticas, lindas, baratas, e mesmo que a pessoa em causa não tenha tempo para se preocupar com os outros aspectos que fazem parte da boa apresentação do ser humano, se tiver umas unhas de gel estará sempre apresentável, e não terá necessidade de se preocupar com mais nenhum outro pormenor.
Só há um senão nesta história, quem tem unhas de gel tem uma certa dificuldade em agarrar objectos de superfícies planas, nomeadamente, moedas, cartões multibanco, folhas de papel, etc, e como se isso não bastasse, sempre que tentam tirar um borrié (vulgo macaco) do nariz, têm tendência a arranhar, alargar e algumas vezes fazer mesmo pequenas feridas nas narinas. A acrescentar a estes problemazitos, sem a mínima importância, derivados deste verdadeiro HL (high level) da beleza feminina, o borrié se for dos secos, facilmente o conseguimos transformar numa bolinha e atirar em qualquer direcção, agora se for daqueles molhados, que trazem um pouquito de ranhoca agarrada, aí o problema agrava-se, porque o burrié juntamente com o que traz agarrado, encafua-se bem no fundo das unhas, e é um problema verdadeiramente transcendente, conseguir tirá-lo de lá. Assim, se me permitem, aconselho todas as senhoras e meninas com unhas de gel, a tirarem sempre os burriés do nariz com um lenço de papel (se forem capazes, claro).

terça-feira, 22 de abril de 2008

A Senhora Dona Escarreta


Como neste lado da Blogosfera anda tudo virado para a badalhoquice (olha aí... já estou mesmo a ver o que passou neste momento pelas vossas pérfidas mentes, ao ouvir a palavra mágica), vou partilhar com vocês aquilo que eu penso ser o supra-sumo da nojice: a escarreta.

Não vejo na verdade alguma coisa que possa suplantar a repulsa que nos faz ver, ou mesmo pensar na asquerosa escarreta. Mesmo que seja uma escarreta só de cuspo, daquelas que saem com bolhinhas, que parecem minúsculas bolas de sabão, já o nosso estômago se começa a revoltar, mas se forem daquelas mais elaboradas, grossas, umas vezes amarelas (tipo gema de ovo), outras vezes verdongas (tipo gema de ovo podre), aí a coisa complica-se um bocado.

E o som que é emitido quando se tenta sacar uma escarreta para fora do nosso corpo ? É um som deveras arrepiante, especialmente se a pessoa que o fizer estiver bem pertinho da nossa cabeça, pois nunca temos a certeza se alguma parte do muco em forma de gafanhotos não se colou aos nossos cabelos.

No entanto, parece-me uma coisa que faz parte da vida do ser humano, e que não pode ser evitada pelo homem (nunca vi nem ouvi nenhum animal irracional a escarrar - curioso, tenho que ir tentar preencher esta minha lacuna de informação). Quem de nós não teve já necessidade de expelir a feia, nojenta e porcalhona escarreta ? Então porquê é que a dita nos causa tanta
repulsa ? Ele há coisas no ser humano realmente incompreensíveis, não concordam ?


P.S.
Se depois de lerem este post forem vomitar, não se esqueçam de antes levantar a tampa da sanita.

1ª almoço Almornos Inc.




A Concorrência em parceria e com o apoio de Ass a Fora Inc, têm o prazer de vos anunciar a realização do 1º almoço Almornos Inc.



Convite

Os Presidentes do Ass. a Fora Inc., e a Presidenta e o Grande Mestre Pescador por
A Concorrência
Convidam V. Exas.
Para o 1ª almoço Almornos Inc.

em homenagem a todas as pessoas que estiverem presentes

a realizar no próximo dia 22 de Maio (feriado nacional)

na latada da Concorrência, na Rua da Fonte, Lote 123, Almornos
(serviço de manobrista disponível , se derem uma moedinha)

Traje o menos a rigor possível

(Oportunamente este convite irá ser entregue em mão a todos os convidados)



P.S.
Devido a termos detectado tentativas de alteração dos resultados da votação que decorreu há dias atrás, resolvemos sermos nós a decidir a data e o menu do evento.


domingo, 20 de abril de 2008

Para ti Grande Mestre Pescador


Já aqui vos falei dos meus dois cachorritos, tentando fazer-lhes a minha humilde homenagem e agradecer-lhes pelos filhos lindos que são. Ainda não tinha até agora partilhado com vocês o que sinto e o que penso do Grande Mestre Pescador.

Houve várias razões para não o ter feito. Primeiro porque não preciso de lhe dizer, ele conhece-me tão bem ou melhor do que eu me conheço a mim mesma, depois porque sei que para ele coisas importantes, são realmente as coisas importantes. Se os nossos filhos aqui já tiveram o seu protagonismo, nada mais lhe interessa, depois porque o que nós temos a dizer um ao outro dizemos no nosso dia a dia, todos os dias, em qualquer ocasião, sem medo de não sermos ouvidos, e sabendo que seremos sempre apoiados em qualquer decisão que tomemos, partindo do princípio que todas as decisões, mesmo aquelas pequeninitas, e que parecem não ter qualquer importância devem ser discutidas e tomadas ás vezes com cedências de uma das partes, outras vezes em pleno acordo, mas sempre em conjunto. Assusta-me pensar, que possivelmente um dia, um de nós terá que tomar decisões sozinho, não terá a seu lado alguém que o conhece melhor que ele próprio, e não terá aquele apoio incondicional do outro, mas como tu bem sabes, para mim só o presente tem realmente importância, e por isso quero-te aqui dizer mais uma vez: sabe-me tão bem viver assim.

Mudei de ideias, porque achei que tu, mais que ninguém, merecias fazer parte da história dos posts deste Blog, e já aqui falei de tantos outros que seria uma injustiça não te tentar fazer esta singela homenagem (a que me foi possível) .

Sei que nada do que acabaste de ler foi novidade para ti, mas só para que aqui conste, e para que sempre que tu queiras o possas relembrar, quero-te aqui deixar-te escrito "És a minha vida Amor".

E como tristezas não pagam dívidas, e quem é do Benfica está sempre preparado para tristezas e alegrias, aqui vai a tua "prendita"




sexta-feira, 18 de abril de 2008

Já só faltam _ dias (considerando que Abril tem 30)



Bom fim de semana para todos





Esta vai ser a minha música para este fim de semana (e uma prenda para ti Cachorrita)

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Carta ao meu amigo Zé dos Anzóis



Querido amigo Zé dos Anzóis :

Espero que esta te vá encontrar bem de saúde, nós por cá todos bem.
Venho aqui agradecer-te do fundinho do coração os teus 5 comentários no meu post anterior.
Eu sei que poderiam ser mais, mas não era justo, até para ser sincera preferia neste caso que tivessem sido só dois, mas olha a vida é assim. Pode ser que para o ano tenhamos alguma alegriazita é a única consolação que nos resta.
Realmente tens razão, eu que tenho os olhos "achinesados" como diz o "Grande Mestre Pescador", até transpiro de tanto puxar pela inspiração para tentar escrever alguma coisa que nos possa animar a todos, e depois os que não são chineses cortam-se nos comentários. Três posts sem comentários desmoralizam até o próprio Confúcio. Se não fosse a tua simpatia Amigo (e a do Sporting, claro) já tinha jurado a mim própria que estaria dois meses sem escrever. Sei que não escrevo grande coisa, sei que os assuntos que abordo não têm interesse nenhum, sei que escolho videos e músicas que até dão vómitos, mas pensem bem meus amigos, uma vez que já tirei a votação aqui do lado, se eu estiver dois meses sem escrever, o 1º. almoço Almornos Inc. irá realizar-se e ninguém saberá... e também ninguém saberá qual foi o resultado das votações...
Pois é, ainda vou pensar melhor ... se calhar vou estar dois meses e meio sem escrever ...

P.S.
Amigo Zé dos Anzóis e Amiga Misteriosa Lua, já vos reservei o lugar na mesa, podem estar descansados (os jogadores do Sporting não podem ir porque já tinham coisas combinadas para esse dia).

terça-feira, 15 de abril de 2008

A imortalidade

"Ser imortal é coisa sem importância. Excepto o homem, todas as criaturas o são, porque ignoram a morte"
Jorge Luís Borges, em "O Imortal"


"O envelhecimento e a mortalidade são regra geral encarados como inevitabilidades biológicas. No entanto tal não podia estar mais longe da realidade. A imortalidade (ou quase imortalidade) existe em biologia e a sua raridade apenas traduz a necessidade da vida se adaptar tanto quanto possível a um ambiente eternamente mutável e imprevisível"






"Só a Arte garante a imortalidade. A arte oferece-nos a única possibilidade de realizar o mais legítimo desejo da vida - que é não ser apagada de todo pela morte. Agora que o espírito, tendo uma consciência mais segura do universo, se recusa a crer na caprichosa promessa das religiões de que ele não acabará inteiramente, e irá ainda, em regiões de azul ou de fogo, continuar a sua existência pelo êxtase ou pela dor - a única esperança que nos resta de não morrermos absolutamente como as couves é a fama, essa imortalidade relativa que só dá a arte."
Eça de Queirós

Como ultimamente ninguém comenta os posts, vou eu tentar fazer os comentários por vocês. Ora aqui vai o vosso feedback:

"... os grandes chefes de cozinha são também imortais, veja-se o Brás, o Bulhão Pato, o Lagareiro e a própria Susete, vou já dedicar-me à cozinha pode ser que assim consiga a minha imortalidade..."
Rogério Charraz

"... gaiteiros de Miranda são ou não imortais ? Bob Dylan (um grande gaiteiro como toda a gente sabe), o próprio Rui Veloso outro imortal. É isso, é a gaita que me vai tornar imortal.
ZMSantos

"... pescadores imortais, pois temos o S. Pedro, as Sandálias do Pescador, o Moisés não pescava mas afastava a água que é quase o mesmo, e tantos outros imortais. Estou mesmo a ver daqui a 2500 anos as pessoas a falarem de mim - o pescador que quando não oferecia os peixes aos amigos os devolvia ao seu habitat... e se fosse como professor de ortografia, olha também é uma hipótese a considerar ..."
Zé dos Anzóis

" A Lua é imortal. Mas a Lua não é um ser vivo, é um planeta, os planetas nem sempre são imortais ás vezes até eles desaparecem do firmamento, bem terei de continuar a puxar lustro ao meu manto se quiser continuar a brilhar eternamente ..."
Misteriosa Lua

" Claro que não posso comentar um post que foi escrito por mim... mas pensando melhor... se a nossa imortalidade, depois de morrermos, só pode ser avaliada por quem está vivo, que se lixe a imortalidade"
A Concorrência

Ai Portugal, Portugal !

PASSADO
Entre 1580 e 1640 Portugal foi uma província de Espanha. Durante esse período a dinastia Filipina comprometeu-se a manter e respeitar os costumes, os privilégios e a cultura portugueses, e assim aconteceu. A União Ibérica teve todo o poder do comércio e desenvolvimento tecnológico da época. O Império da União das Coroas de Portugal e Espanha foi muito maior que os Impérios Romano, Mongol ou Macedónico.

PRESENTE
Hoje em dia Espanha tem uma das 10 maiores economias mundiais, cultiva 54 % do seu território, possui a maior frota pesqueira do mundo, e a indústria do turismo tem também uma grande responsabilidade na sua economia. O seu salário mínimo é de 600 €, e têm serviços de saúde de excepção.
O mercado português conta na actualidade com cerca de 1100 empresas de capital espanhol, e o investimento espanhol vira-se agora para o sector da agricultura, possuindo já grandes extensões de cultura agrícola em Portugal.
Em resumo, trabalhamos para os espanhois, e compramos aos espanhois, só não temos o nível de vida deles.

FUTURO
Se os nossos sonhos estiverem nas nuvens, estão no lugar certo, só teremos de construir os alicerces. A possibilidade de os realizarmos é o que traz interesse à nossa vida. É portanto muito simples, sejamos nós a mudança que queremos ver no nosso país, claro que seria muito mais fácil se a mãezinha de D. João IV nunca tivesse nascido ...











E OLÉ !!!

domingo, 13 de abril de 2008

A história da Capuchinho Vermelho reinventada


Era uma vez uma Menina que vivia numa terra onde fazia muito frio (mesmo no meio da Serra da Estrela) e por isso a sua mãe resolveu oferecer-lhe uma capa, feita da lã das ovelhas que lhes asseguravam o sustento. Como na família eram todos do SLB, apesar de todos os desgostos que o clube teimava em oferecer aos mais de 130.000 associados, a mãe da menina tingiu a capa daquele vermelho lindo que tanto amamos, sem ás vezes compreendermos muito bem porquê. Ficava tão linda a menina assim vestida que na aldeia onde vivia todos passaram a chamar-lhe Capuchinho Vermelho. A Avó da Capuchinho Vermelho tinha uma fábrica de queijos artesanais numa quinta um bocadinho distante do local onde vivia a Menina, e assim um dia em que a velha senhora estava com uma valente gripe, a mãe da Capuchinho Vermelho arranjou um cestinho com Ben-u-rons, Xarope para a tosse e pastilhas para a garganta e pediu à Menina para levar o cesto a casa da avózinha. Capuchinho Vermelho começou então a sua caminhada até à quinta da Idosa Senhora. Ia ela absorta nas suas preocupações que naquele momento eram básicamente tentar arranjar uma solução para que o seu clube do coração lhe passasse a dar uma alegria de vez em quando, eis que de repente se aproxima um carro estranho, com uns vidros tão escuros que não permitiam ver quem lá ia dentro, deixando a criança incapaz de se mexer com o susto. Ao passar junto à Menina abre-se uma das janelas da viatura e lá dentro para espanto da criança surge um estranho indivíduo com um passa-montanhas na cabeça, que apenas lhe destapa os olhos e a boca. Essa estranha figura pergunta então à Menina : onde vais Capuchinho Vermelho ? E a criança responde-lhe a medo: vou a casa da minha avózinha que está muito constipada ! E quem é a tua avózinha ? É a D. Joaquina que tem uma fábrica de queijos da Serra artesanais que por acaso são uma delícia? A Menina diz-lhe que sim com a cabeça e o estranho carro parte então a grande velocidade no sentido da quinta da D. Joaquina. A Menina tenta apressar o passo com medo do que poderia estar a acontecer à sua Avó, e quando finalmente chega a casa desta, vê o encapuçado lá dentro e nem sinal da idosa senhora. Então a medo pergunta: porquê é que tens essa coisa estranha na cabeça ? O desconhecido explica-lhe que tem ordens superiores para andar assim vestido, e que é com aquela aparência que costuma visitar muitos locais como restaurante e bares, notando no entanto que causa sempre alguma intimidação nas pessoas que o vêm, mas que quando depois mostra a identificação, as pessoas ficam logo muito menos assustadas. A Menina que estava assustada de morte pede-lhe então a identificação só no intuito de ficar menos nervosa, e é então que percebe que o indivíduo é funcionário da ASAE. Quando lhe pergunta pela Avózinha fica a saber que a Senhora está fechada numa dependência da casa agarrada aos seus maravilhosos queijos, pois a ASAE os quer confiscar, por estarem contaminados pela gripe . Costumava passear-se por ali um Maestro, também ele vermelho por dentro e por fora, que alertado pela estranha viatura resolve entrar na casa da D. Joaquina. Abre a porta de rompante e depara-se com aquele estranho espectáculo. Depois de inteirado do que ali se passava, sábiamente diz: vamos lá tentar resolver isto da melhor maneira, a Avózinha dá-te metade dos queijos, tu vais para Presidente do SLB e eu continuo a jogar até aos cem anos. Depois de uns breves momentos de silêncio, o encapuçado responde que está de acordo com a troca. O Maestro convicto de que é impossível o Benfica ficar em pior situação que aquela que tem hoje em dia, e a Avózinha que acha que é melhor ficar com metade dos queijos que ficar sem nenhum rejubilam com a resposta do inspector da ASAE matando-se assim dois coelhos de uma cajadada para grande alegria da nossa Capuchinho Vermelho.


MORAL DA HISTÓRIA: não há ninguém que não seja comprável. O valor apenas difere de pessoa para pessoa. No caso do SLB e daqueles que teimosamente continuam a tentar dar continuação a produtos que fazem parte da tradição e da cultura do nosso País as fasquias estão tão elevadas que dificilmente alguém conseguirá contrariar a evolução natural dos acontecimentos.

O inspector da ASAE protagonista desta história sem passa-montanhas




Nota:

Tive como inspiração para escrever esta história a notícia de que os inspectores da ASAE fazem as suas fiscalizações fardados conforme pode ser visualizado na foto ao lado.
"O uso dos passa-montanhas é mal visto pelos empresários e pelos próprios clientes, que vêm falar connosco. Toda a gente fica intimidada e os espaços, mesmo que não tenham problemas, ficam catalogados como de alto risco com todo aquele aparato. Chega a parecer um cenário de guerra", disse, ao JN, António Fonseca, presidente da ABZHP.